RH alavancando a produtividade
Como tornar a área mais estratégica e garantir melhores resultados para o negócio 17/04/2019 10:33
» Jacob Rosenbloom
Autor: Jacob Rosenbloom

Dentro de uma empresa, o RH é o departamento que tem a responsabilidade de seleção, contratação, treinamento, remuneração, formação sobre higiene e segurança no trabalho, e estabelecimento de toda a comunicação relativa aos funcionários da organização. Apesar de cuidar dos ativos mais valiosos da empresa, é um departamento muitas vezes negligenciado. Pesquisas da McKinsey e do Conference Board constatam consistentemente que os CEOs em todo o mundo vêem o capital humano como um grande desafio e muitas vezes classificam o RH apenas como a oitava ou nona função mais importante de uma empresa.

A partir do momento em que as empresas se veem pressionadas por resultados, por aumento nas margens e com a missão de se diferenciar perante a concorrência, as cobranças e oportunidades também chegam ao RH. Os principais fatores que afetam diretamente os resultados operacionais da empresa e que mais preocupam hoje são os altos índices de rotatividade, absenteísmo e os custos com as reposições.

Com uma gestão mais eficiente de capital humano, trazer resultados reais de negócios para as empresas pode ser a chave para mostrar que esta área precisa ter uma atuação mais estratégica.

Uma tendência especificamente para a área de R&S (Recrutamento e Seleção) é o uso da tecnologia para melhorar a eficiência e eliminar processos manuais, burocráticos e suscetíveis a um viés inconsciente. Hoje é possível ir além da gestão digital de currículos e agendamento de entrevistas para contratações e a tecnologia também pode ser uma ótima aliada em outras atribuições do departamento de recursos humanos.

Em meio a um cenário de recuperação ainda lenta da atividade e de aumento no número de pessoas trabalhando na informalidade, a produtividade da economia brasileira ficou estagnada em 2018, segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). A produtividade brasileira poderia ser alavancada no curto prazo com investimentos em tecnologia como machine learning e inteligência artificial.

Varejo, alimentação, serviços terceirizados e saúde são os quatro setores da economia que mais são atingidos pela baixa produtividade. Cerca de 40% dos profissionais da camada operacional tendem a trocar de emprego anualmente, configurando alta rotatividade e consequentemente gastos que podem girar em torno de 2 e 5 salários (incluindo verbas de desligamento do funcionário anterior, processo de seleção de um novo, verbas de contratação e treinamento até deixá-lo apto a desempenhar integralmente suas funções). Utilizando mais de 500 critérios técnicos, a tecnologia de machine learning garante a maior aderência de um candidato a uma posição aumentando assim a retenção do mesmo,

À medida que o RH adota tecnologias baseadas em inteligência artificial aplicada gestão de quadro, aumenta sua relevância junto às áreas de operações e de negócios ao trazer resultados reais e palpáveis.

Jacob Rosenbloom é CEO da Levee.

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